Dr. Tomyo Arazawa é formado em Medicina pela USP, especializado em Ginecologia e Obstetrícia e em Cirurgias Minimamente Invasivas, tais como Cirurgias Laparoscópicas, Histeroscópicas e Cirurgias Robóticas.
Possui Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia e em Endoscopia Ginecológica, ambas pela FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).
É membro da Sociedade Paulista de Ginecologia e Obstetrícia (SOGESP), da American Association of Gynecologic Laparoscopists (AAGL) e da International Pelvic Pain Society (IPPS).
✓ Endometriose inicial e avançada
✓ Dor pélvica crônica
✓ Adenomiose
✓ Cistos ovarianos
✓ Pólipo uterino
✓ Mioma uterino
Iniciei minha jornada na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), onde me formei médico. Durante a faculdade a área cirúrgica sempre me encantou, mas foi na Ginecologia e Saúde da Mulher que encontrei meu propósito. Após esse período, fiz Residência Médica e especialização em Ginecologia e Obstetrícia no Hospital das Clínicas da FMUSP. Seguindo minha carreira, fui Médico Preceptor (chefe dos residentes) da Disciplina de Ginecologia da FMUSP logo após o término da residência médica.
Após o término da minha formação acadêmica, vi a necessidade de mais uma especialização: em cirurgias minimamente invasivas, tais como cirurgias laparoscópicas, histeroscópicas e cirurgias robóticas. Atualmente é através dessas técnicas que ofereço tratamentos cirúrgicos complexos e avançados para minhas pacientes.
Após minha formação, também vi a necessidade e importância de oferecer um atendimento acolhedor e humanizado às minhas pacientes. Pois não seria somente minhas habilidades técnicas que trariam o conforto e segurança que elas precisam e procuram.
Hoje meu propósito profissional é oferecer não só o melhor tratamento técnico, mas também o melhor cuidado que eu posso oferecer a quem precisa.
A luta contra a endometriose e todas as suas consequências na vida da mulher é diária. Às vezes, noite e dia. A luta não é só contra as dores incapacitantes e incompreendidas. Mas também contra estigmas, informações desencontradas e tratamentos que por muitas vezes são ineficientes.
As batalhas são muitas, e vão além do físico. Desafiam a saúde mental, emocional e social de suas portadoras. Sem apoio, ajuda e compreensão, e perante tantos desafios e batalhas, muitas se veem em direção em um caminho incerto e de sofrimentos. Mas, não deveria ser assim.
Endometriose tem tratamento. Dor tem tratamento. Infertilidade tem tratamento. Estamos juntos nessa missão e desafio, de mudar a nossa realidade e a de milhões de mulheres!
Oferece o conforto e segurança que as pacientes precisam e procuram
Decisões compartilhadas entre médico e paciente
Proporciona o melhor cuidado possível a todas as pacientes atendidas
Diretor e médico na Clínica Alira, centro de saúde feminina
Participa de eventos em prol da Endometriose, como a Endomarcha
É idealizador do EndoTalks, um evento informativo sobre a Endometriose.
A cólica menstrual intensa, também chamada de Dismenorréia, é certamente o sintoma mais comum entre as pacientes com endometriose. Essa cólica pode variar em intensidade, mas mais frequentemente é de forte intensidade, podendo piorar com o passar dos meses e anos. Dependendo da intensidade, pode atrapalhar e limitar as atividades do dia a dia da mulher, com grande impacto na qualidade de vida.
A endometriose é a principal doença pélvica que causa infertilidade na mulher. Como foi dito anteriormente, cerca de 50% das mulheres com infertilidade têm endometriose. A infertilidade é a incapacidade de engravidar espontaneamente após um período de 1 ano de tentativas regulares.
Uma das áreas mais frequentes em que encontramos a endometriose é na região atrás do colo do útero, na região pélvica. Por isso a mulher com endometriose profunda nesta região pode sentir dores durante a relação sexual, principalmente na parte profunda da vagina, ao acontecer o contato do pênis do homem na região acometida.
A endometriose pode acometer outros órgãos pélvicos, como o intestino. Quando esta doença é encontrada no reto ou em outra parte do intestino, pode causar cólicas intestinais no período menstrual e até sangramentos intestinais. A parte do intestino mais frequentemente acometida é a região do reto. Por isso o tipo de dor mais comum é a dor na região retal.
A endometriose também pode acometer o sistema urinário, principalmente bexiga e ureter (canal de transporta a urina dos rins para a bexiga). Por isso pode haver dor na bexiga para urinar durante a menstruação, assim como sintomas de urgência ou sangramento ao urinar.
Este quadro é uma doença a parte, em que a paciente pode ter dor em várias regiões da pelve, seja no útero, ovários, bexiga, intestino, músculos da pelve e nervos. Geralmente são dores contínuas, de forte intensidade, que perduram mesmo fora da menstruação, e que tem pouca melhora com anticoncepcionais ou analgésicos.